Dedicado a Sua Divina Graça A.C. Bhaktivedenta Swami Prabhupada e Gurudeva Srila Dhanvantari Swami

Dedicado a Sua Divina Graça A.C. Bhaktivedenta Swami Prabhupada e Gurudeva Srila Dhanvantari Swami
Jagad Guru Srila Prabhupada

sexta-feira, 11 de abril de 2008

Louco de Amor por Sri Chaitanya






Todas as glórias a Sri Sri Guru e Gauranga!
Todas as glórias a Srila Prabhupada!
Todas as glórias aos devotos e devotas reunidos!




Louco de Amor por Sri Chaitanya




Depois de regressar de Shantipur, Raghunatha Das não era mais o mesmo. Seu apego amoroso pelos pés de lótus de Chaitanya Mahaprabhu se tornou tão intenso que ele passou a manifestar diferentes sinais de loucura espiritual. Seu coração e a alma estavam atados pelas algemas de chaitanya-prema. Ele vivia absorto em pensar na maravilhosa face de Lua de seu Senhor, nos intercâmbios amorosos que tivera com Mahaprabhu e não conseguia tirar de sua mente a visão de Seu olhar especialmente carinhoso. Estando sempre aflito enquanto imaginava como poderia se encontrar novamente com Mahaprabhu, Raghunatha Das comentou com o pai e com o tio: “Vocês são os meus guardiões, os meus benquerentes. Se realmente desejam a minha felicidade, tenham a bondade de permitir que eu vá a Nilachala e que me renda aos pés de lótus de Mahaprabhu. Caso contrário, minha alma ficará pairando em Nilachala, e só o meu corpo ficará por aqui”.


As palavras de Raghunatha os atingiram como raio. Eles perguntaram a uma só voz: “Que você está dizendo? Que loucura! Nunca mais diga uma coisa dessas”.


Raghunatha estava mesmo louco. Apesar de sempre permanecer obediente aos seus pais, devido a chaitanya-prema era impossível que ele continuasse a obedecer-lhes. Deste modo, ele tentou fugir de casa inúmeras vezes, mas em todas as tentativas ele era capturado e trazido de volta. A mãe de Raghunatha vivia ansiosa, chegando a perder todo o apetite e sono. Hiranya e Govardhana também viviam sempre preocupados, imaginando que um dia Raghunatha acabaria escapando. Eles designaram vários guardas para tomarem conta dele, dando-lhes ordens estritas para que nunca permitissem que o menino saísse de Saptagram. A prisão mais forte que prende um homem a este mundo é a mulher. Como Raghunatha já estava como dezessete anos, os seus pais imaginaram que um casamento o faria mudar de idéia. Então eles o casaram com uma jovem maravilhosa. Mas os grilhões do casamento mostraram-se inúteis.


Depois de algum tempo, chegou a Saptagram a notícia de que Mahaprabhu estava indo para Vrindavana. No caminho, Ele Se encontrou com Rupa e Sanatana em Ramakeli e, seguindo o conselho dos dois irmãos, Sri Chaitanya acabou adiando Sua visita a Vrindavana, preferindo regressar a Nilachala, onde ficou mais uma semana na casa de Advaita Acharya. As pessoas começaram a se aglomerar em Shantipur e o local tomou um aspecto festivo, com kirtana e dança em todo canto. Desse modo, Raghunatha Das também ficou inquieto e decidiu ter novamente um darshana de Seu Senhor adorável. Sua sede de contemplar a beleza de Mahaprabhu e de desfrutar de Sua companhia se tornou ainda mais intensa. De modo que Raghunatha Das não poderia deixar de correr em direção ao grande rio de néctar que estava fluindo em Shantipur. Ele decidiu ter uma conversa muito franca com seu pai e com o seu tio, revelando que já não conseguia viver sem Mahaprabhu. Isso criou novamente um problema para os pais que, por um lado, não desejavam fazê-lo sofrer por não ter um darshana de Mahaprabhu, mas, por outro lado, não desejavam perdê-lo. Deste modo, eles decidiram enviá-lo para Shantipur com uma grande escolta de seguranças, servos e brahmanas. Eles também o enviaram com inúmeros presentes para o serviço a Mahaprabhu.


Desde o primeiro e único encontro que tivera com Mahaprabhu, haviam se passado quatro ou cinco anos, os quais Raghunatha Das permanecia chorando constantemente devido a dor da separação de Mhaprabhu. O seu gaura-prema havia ficado cada vez mais intenso. Portanto, ao se aproximar de Shantipur e comtemplar uma multidão dançando e cantando as glórias de Mhaprabhu, ele se juntou a ela. Assim que viu Mhaprabhu, Raghunatha Das caiu aos Seus pés de lótus e de seus olhos lágrimas caíam incessantemente. Embora se esforçasse para parar de chorar, Raghunatha Das não conseguia. Deste modo, mentalmente, Ele começou a orar para Mhaprabhu: “Prabhu! Por favor, libere-me das mãos destes guardas e seguranças e me leves para Nilachala. Agora não é mais possível que eu viva separado de Ti. Já venho bebendo o veneno dos desfrutes mundanos por tempo. Por quanto tempo ainda me obrigarás a bebê-lo? Encarnaste para liberar as almas caídas. Por quanto tempo ficarás indiferente a uma alma caída como eu?


Mahaprabhu podia saber o que se passava em seu coração. Ele ouviu a sua prece, nas naquele momento não disse nada. Advaita Acharya fez um arranjo para acomodar Raghunatha da melhor maneira para ele desfrutar ao máximo da companhia de Mhaprabhu. Ele também lhe dava a maha-prashada de Mahaprabhu diariamente. Mahaprabhu sabia que Raghunatha era Seu associado eterno e que tinha vindo a este mundo para assiti-Lo NA Sua lila. Mas, por alguma razão, que só Ele conhecia, desejava que Raghunatha Das permanecesse nas atividades mundanas por mais algum tempo.


Ceto dia, Mahaprabhu disse a Raghunatha Das: “Querido Raghunatha! Não sejas louco. Fica calmo e volta para casa. Não podes atravessar o oceano da exist~encia mundana com um salto. Deves nadae lentamente. Deves voltar e realizar tuas atividades mundanas sem te apegares por elas e deves sempre manter Krishna em tua mente. Krishna logo te mostrará a Sua misericórdia” (C.c. madhya, 16.237-239).


Então, Mhaprabhu o trouxe para junto de Si e sussurrou em seu ouvido: “ Raghunatha! Não precisa te preocupar. Logo irás para Vrindavana. Quando Eu voltar de lá, arruma algum artifício para ires a Nilachala. O artifício que usarás, te será inspirado pelo próprio Senhor Krishna. Quem pode reter uma pessoa que tem a misericórdia de Krishna? (C.c. madhya 16-240-1).


Raghunatha ficou muito feliz e aliviado com esta afirmativa de Mahaprabhu. Ao regressar para casa, os seus pais ficaram surpresos ao ver que ele havia mudado e participava das atividades familiares com muita alegria, conversava animadamente com os seus pais e servos e até agradava a sua esposa com conversas amenas. O s seus pais ficaram muito felizes ao verificar esta mudança. Hiranya e Govardhana então resolveram fazê-lo se ocupar completamente nas atividades mundanas para que ele não tivesse tempo de pensar em mais nada. Eles lhe confiaram a responsabilidade de administrar o Estado, coletar as taxas e de depositar a parte do sultão na tesouraria. Raghunatha Das, então, começou a cuidar dos assuntos do Estado com grande interesse e perícia.


Os precavidos Hiranya e Govardhana fizeram mais uma coisa. Eles fizeram com que Raghunatha fosse iniciado pelo guru da família, Yadunandana Acharya, para que ele também pudesse realizar puja e se manter satisfeito espiritualmente (Chaitanya-chandrodya, 10.3). Yadunandana era discípulo de Advaita Acharya e a iniciação de Raghunatha foi o primeiro passo para receber a misericórida de Krishna, o que na verdade Mahaprabhupa já lhe havia concedido.


No ano de 1.516 caiu uma calamidade sobre a família de Raghunatha Das. O coletor de impostor do governador de Saptagram era muçulmano, e, por ter um comportamento muito agressivo com os habitantes, não conseguia coletar os impostos de Saptagram. Ele sobretaxava os impostos, usurpava o lucro e só dava uma pequena parte ao sultão, Hussain Shah, sempre alegando que o povo não pagava as taxas.


Hiranya e Govardhana foram assegurar ao sultão que se caso eles administrassem a cidade, depositariam um milhão e duzentos mil rúpias por ano no tesouro real, independentemente de quanto eles coletassem. O sultão sabia que eles eram ricos e nobres e que eram muito respeitados pelas pessoas de Saptagram e que não teriam dificuldades. Por serem generosos como os habitantes da cidade, os dois irmãos não sentiram nenhum transtorno em coletar dois milhões em rúpias em taxas, tendo, portanto um lucro de oitocentas mil rúpias. Em pouco tempo eles trataram de incrementar o seu lucro com inúmeras outras fontes de renda. Obviamente, o ex-coletor de impostos retinha uma animosidade contra os dois, e foi difamá-los ante o sultão. Ele disse que os dois coletavam muito mais do que um milhão e duzentas mil rúpias por ano, e, além disso, o poder que eles estavam conquistando poderia causar problemas ao estado.


Influenciado pelo que ouvira, Hussain Shah mandou que os seus soldados fossem prendê-los. Mas, Hiranya e Govardhana tinham muitos amigos na capital e, assim, logo foram informados de toda a trama. A notícia chegou antes de os soldados virem prendê-los. Eles trataram de fugir e de se esconder, mas o chefe da escolta conseguiu prender Raghunatha Das e o manteve preso por ordem de Hussain Shah.


Raghunatha era convocado a comparecer na corte, onde mandavam que ele revelasse o funcionamento dos negócios da família, ameaçando agredi-lo caso não contasse tudo. Raghunatha Das não revelava nada e, embora tentassem puni-lo fisicamente, ele não conseguiam fazê-lo, pois, cada vez que olhavam para o rosto de Raghunatha Das, eles mudavam de idéia (C.c. Antya, 6.22). Um dia Raghunatha Das criou coragem e pediu ao sultão: “Tens tratado o meu pai e o meu tio como se fossem os tues irmãos. Às vezes os irmãos podem apresentar alguma falha. Sou teu sobrinho, como sou sobrinho do meu tio. És meu tutor, sou o teu protegido. Não é bom que o tutor fique aterrorizando o seu protegido, que não cometeu nenhuma falta. Não preciso dizer mais nada, pois sei que é muito versado nos shastras e que és considerado como uma pessoa santa (C.c. antya, 6.24-28).


As palavras de Raghunatha fizeram derreter o coração de Hussain Shah. As lágrimas caíram por sua longa barba e ele disse para o rapaz: “Meu filho! De hoje em diante és o meu afilhado. Estás solto. Mas vai para casa e manda o teu tio devolver as oitocentos mil rúpias que ele usurpou. Ele deve me compensar de alguma maneira. Vou deixar tudo por tua conta. Procede como julgares mais conveniente (C.c. antrya, 6.29-33).


Raghunatha Das voltou para casa e relatou tudo ao seu pai e ao seu tio. Deste modo, eles foram ter como o sultão e resolveram a demanda.




Seu servo humilde,



Suvasa Dasa






BG Cap. 5:18 Vidya-vinaya Sampane, Brahmane Gavi Hastini, Shuni Caiva Shvapake ca, Panditah sama-Darshinah.

quarta-feira, 9 de abril de 2008



Todas as glórias a Sri Sri Guru e Gauranga!
Todas as glórias a Srila Prabhupada!
Todas as glórias aos devotos devotas reunidos!

As diferentes consortes do Senhor

Existem muitas encarnações e expansões do Senhor Krishna. Em outras palavras, a fonte original de todas as diferentes encarnações e expansões é Sri Krishna, a causa de todas as causas. Do mesmo modo, Srimati Radharani é a causa de todas as amadas consortes dEle, que são de três classes: (1) as deusas da fortuna, (2) as rainhas e (3) as gopis.

Dessas três classes, as gopis são consideradas as principais.

As deusas da fortuna são consideradas manifestações parciais de Srimati Radharani e não se relacionam diretamente com Krishna. Elas vivem nos diferentes planetas vaikuntha, onde servem os pés de lótus das diferentes expansões do Senhor, conhecidas como Narayana. As rainhas são reflexos da imagem de Radharani e se relacionam com a expansão do Senhor que manifesta Seus passatempos no humor de opulência e majestade. Mas as gopis, as companheiras pessoais de Radharani, as donzelas de Vrajabhumi, são expansões diretas de corpo dEla. Elas são agentes de diferentes reciprocidades de amor entre o Casal Divino. Sri Radha e Krishna, e agem sempre sob a orientação de Radharani.

Com o propósito divino de auxiliar o Senhor Krishna a saborear um prazer de variedades
plenas, especialmente no reino transcendental de Goloka, existe um grande número de personalidades semelhmentes à Srimati Radharani, conhecidas como gopis ou sakhis. O amor delas é impecável. Brilhante e puo como o ouro derretido. Elas conhecem profundamente o desejo de KRshan e sabem como prestar serviço amoroso perfeito para o prazer dEle. Quanto a isto, Srila Prabhupada explica:

“Avariedade de inúmeras senhoras é uma fonte de desfrute para Sri Krshna, e por isso estas expansões de Srmati Radharani necessárias para intensificar a potência de prazer de Sri Krishna. Suas trocas de amor transcendentais são as aventuras super-execelentes dos passatempos em Vrindavana. Através destas expansões do corpo pessoal de Srimati Radharani, Ela ajuda o Senhor Krishna a saborear a dança da rasa e outras atividades semelhates.” C.c. Adi 4.81.

O autor do Sri Chaitanya-charitamrta continua apresentando este tema confidencial explicando que, para Sri Krishna desfrutar de Seus passatempos amorosos, Srimati Radharani Se expande na forma de muitas e muitas gopis, pois sem muitas consortes, não há tanto júbilo da rasa. É por este motivo que existem muitas manifestações de Srimati Radharani como auxiliares nos passatempos do Senhor e, entre elas, existem diferentes grupos de consortes com diferentes variedades de sentimentos e doçuras. Assim, os diferentes grupos de gopis ou sakhis ajudam o Casal Divino Sri Radha e Krishna a saborearem a doçura transcendental da dança da rasa e de outros passatempos íntimos. No entanto, Srimati Radharani é a figura central entre todas as gopis.

Fonte: Quem é a mocinha que está com Krishna? - Chandramukha Swami

Seu servo humilde,


Suvasa Dasa




BG Cap. 5:18 Vidya-vinaya Sampane, Brahmane Gavi Hastini, Shuni Caiva Shvapake ca, Panditah sama-Darshinah

quarta-feira, 26 de março de 2008

Um devoto é um cavalheiro

Todas as glórias a Sri Sri Guru e Gauranga!
Todas as glórias a Srila Prabhupada!
Todas as glórias aos devotos e devotas reunidos!

Por favor aceitem minhas reverências!

Um devoto é um cavalheiro

Perguntado sobre o que é (quem é) um devoto? – Srila Prabhupada respondeu: - Um devoto é um cavalheiro. Como isso, entendemos claramente que um devoto deve ser amável com todos, inclusive com os animais.

Desde que comecei a participar deste fórum, jamais apresentei-me como intelectual, porque não o sou. Considero-me mais uma Ksatriya que propriamente um Brahmana. E Ksatriyas com qualidades brahmínicas, só almas liberadas como Arjuna e Yudhisthira. Entretanto, às escrituras e Srila Prabhupada, enfatizam que devemos render honra e respeito aos brahmanas perfeitos. E os brahmanas ainda imperfeitos? – Estes merecem a mesma honra e respeito, principalmente se estes estiverem ocupados ou tentando ocupar-se em servir KRSNA e seus servos. Eu particularmente, não quero nenhum respeito para mim, nem glorificação e nem mesmo reconhecimento. Todavia, como vaisnava, devo render honra e respeito a todos os vaisnavas. Prabhupada diz que a pessoa deve oferecer ou aprender a oferecer, respeitos a Deus e aos semideuses, aos brahmanas perfeitos e qualificados e ao mestre espiritual e aos superiores como pai e mãe, ou qualquer pessoa que seja versada na sabedoria védica. A estes deve-se dar o devido respeito.

Como um cidadão que paga seus impostos, quero andar pelas ruas de cabeças erguida, cantando minha japa, ouvindo ou lendo sobre as glórias de KRSNA. Ora, se um devoto é um cavalheiro, um devoto é um respeitador. Sendo um respeitador, um vaisnava jamais deverá proferir, incentivar ou apoiar ofensas contra outrem. Um devoto deve ser como Yudhisthira, Ajita shatrau, sem inimigo.

Srila Prabhupada diz: A pessoa deve praticar a limpeza interna e externa, e deve aprender a tornar-se simples em comportamento. Não se deve fazer nada que não esteja sancionado pela injunção escritural.

Sempre procuro escrever de acordo com Sadhu, Guru e Shastra. Sempre consulto às escrituras para não especular mais que o necessário.

Na Bhavad-Gita, cap. 17 verso 15 diz:

Anudvega-karam vakyam
Satyam priya-hitam ca yat
Svadhyayabhyasanam caiva
Vanmayam tapa ucyate

“A austeridade do falar consiste em falar veraz e beneficamente e evitar a linguagem que ofende. A pessoa deve também recitar os Vedas regularmente.”.


Um vaisnava não deve tolerar ofensas dirigidas a outros vaisnavas. O combate deve dar-se na forma das escrituras, com embasamento e conhecimento. Às ofensas dirigidas por outros vaisnavas ou pessoas demoníacas, devem ser combatidas com o escudo dos Vedas. Srila Prabhupada diz que Matar demônios na era de Kali significa distribuição dos santos nomes.
O Vaisnava e a vida acadêmica

Quando um vaisnava decide dedicar-se a vida acadêmica, o que devemos fazer? Devemos apoiá-lo ou devemos chacoteá-lo? – Srila Prabhupada apreciava a vida acadêmica. Ele incentivou seus discípulos a dar aulas nas universidades. Mas, não era apenas como visitantes ou palestrantes. Ele os queria ensinando efetivamente, levando às glórias de KRSNA com suas presenças nestas instituições. Nem todos, temos a misericórdia de termos nascidos autodidatas como, por exemplo, Loka Saksi Prabhu. Lembro-me que em 91 ou 92, eu fazia faculdade de história, e precisava fazer um trabalho sobre os índios da Argentina. Eu não sabia por onde começar. Prabhu Loka Saksi estava aqui em Brasília, e durante uma conversa informal com os devotos à noite, surgiu o assunto e Loka Saksi Prabhu discorreu sobre o assunto (nessa época ele não era estudante). Pura misericórdia de KRSNA. Acho que Sriman Loka Saksi Prabhu nem deve mais lembrar-se.

Acharyadeva, Gurudeva Dhanvantari Swami, Sua graça Drutakarma Prabhu, Prana Natha Prabhu, Gurusevananda Prabhu, Giridhari Prabhu, Vana Virahi Devi Dasi Prabhu e o próprio Loka Saksi Prabhu que é mestre em Filosofia e muitos outros vaisnavas. Temos vários devotos intelectuais e como meu irmão espiritual Bir Krsna Prabhu que é professor universitário em Minas Gerais, Raghunatha Prabhu, intelectual e professor universitário, temos Girindra Prabhu que também é professor e muito mais. Às pessoas de um modo em geral valorizam um acadêmico. Isso não vai contra às escrituras.

No passado, cometemos vários erros. Alguns vaisnavas mais inflamados para não dizermos, mais fanáticos, tentavam minimizar esta benéfico instrumento de capacitação. Hoje reconhecemos e nosso líderes também, que vários erros foram cometidos, e não queremos repeti-los. Gurudeva disse que nenhum líder responsável aconselharia um jovem a abandonar seus estudos para viver nos templos.

Seu servo humilde,
Suvasa Dasa
BG Cap. 5:18 Vidya-vinaya Sampane, Brahmane Gavi Hastini, Shuni Caiva Shvapake ca, Panditah sama-Darshinah


Fomos questionados em qual livro encontra-se descrito o sonho de Srimarti Radharani com Sri Caitanya Mahaprabhu.
Os livros são:
"Kapila Tantra" 9º Patala
"Svapana Vilasa Amrtam"

O "Kapila Tantra" descreve:
"Certa vez, Srimati Radhika pediu a Sri Krsna:
Eu tenho o desejo de tornar-me una em forma com Você.
Meu querido Senhor! Por favor, manifeste uma forma infundida com o Meu humor mais exaltado de êxtase profundo (Mahabhava). Por favor, manifeste-Nos nesta forma unificada.
Num sonho de Radha, Sri Krsna mostrou entusiasticamente esta mnaravilhosa forma dEle mesmo.
O auto-criado Sri Krsna desta forma dividiu Sua forma original em dois humores separados

Antah krishnam
Bahir gauram

por dentro Ele é negro (Sri Krsna)
por fora Ele é claro (Sri Radha)"

O "Svapana Vilasa Amrtam" descreve o sonho de Radharani desta forma:
"Numa certa manhã, deitados numa cama de flores, Srimati Radhika falou a Sri Krsna:
"Ó Meu amado! Esta noite Eu tive um sonho muito estranho.
Havia uma margem de areia num rio que parecia o Yamuna.
Algumas pessoas tocavam instrumentos musicais e dançavam. Muito semelhante a Nossa própria dança da Rasa.
Mas, no meio destes dançarinos, Eu vi no Meu sonho uma impressionante figura.
Um jovem Brahmana, muito belo e com compleição dourada refulgente estava a executar uma dança divina, e desta maneira estava a inundar todo o universo com Prema.

No Meu sonho, este jovem dourado às vezes perdia a paciência e gritava "Radha, Radha, aonde estás?"

Algum tempo depois Ele derramava lágrimas de êxtase enquanto cantava "Ó Krsna, Ó Krsna!"

Eu não consigo entender se este jovem Brahmana dourado é uma outra forma Sua ou Minha?

Após ouvir o sonho de Radha, o Senhor Sri Krsna revelou para Radha que Ele mesmo era aquela forma chamada Gauranga, o jovem Brahmana dourado do sonho de Srimati Radhika.

Ouvindo isto, Srimati Radhika exclamou:
"Eu tive a revelação que Eu também Sou Ele.
E por perceber como ambos, Eu e Você estamos identificados com aquela forma, parece que ambos, Eu e Você, na verdade unimo-Nos para aparecer assim."

Sri Sri Radha Syamasundara Ki Jaya !!!
Sri Gaurasundara Ki Jaya !!!
Srila Prabhupada Ki Jaya !!!

RASARAJA SRI KRSNA KI JAYA !!!
MAHABHAVA SRI RADHA KI JAYA !!!
RASARAJA MAHABHAVA SRI GAURASUNDARA KI JAYA !!!

Vosso servo
Prahladesh Dasa

http://www.bhakti-tattva.blogspot.com/

quarta-feira, 19 de março de 2008

É tempo e hora de agradecer















Todas as glórias a Sri Sri Guru e Gauranga!
Todas as glórias a Srila Prabhupada!
Todas as glórias a Sri Krsna Caitanya!
Todas as glórias aos devotos e devotas reunidos!

Sempre há, e sempre é tempo para agradecermos.

Em quase duas décadas em consciência de Krsna, Ele (Krsna), sempre foi misericordioso comigo, ainda que eu não mereça, Ele sempre foi. Há uma canção gospel que diz que, às misericórdias do Senhor, são a causa de não sermos consumidos, porque Suas misericórdias não têm fim, renovam-se cada manhã.

Com o passar de Kala, o tempo que nunca falha, podemos aperfeiçoar ou destruir nossa vida espiritual. Tudo vai depender de nossa maturidade, conhecimento e discernimento.

Podemos aproveitar este raro (raro, no sentido de que devemos senti-lo como se fosse o último) momento do Gaura-Purnima, para em nossas orações mais íntimas, agradecer a grandes almas que passaram e que ainda fazem parte de nossas vidas. São essas Mahatmas, ou grandes almas, objeto de nosso respeito e consideração, a qual devemos tê-los na mais auto-estima.

Srila Prabhupada diz no Srimad-Bhagavatam, segundo canto, pág. 470 que, a religião comum a todas as classes de seres humanos, não importa quem ou o que alguém seja, é o serviço devocional. Ele continua, até mesmo os animais podem se incluir no serviço devocional ao Senhor, e o melhor exemplo é Sri Vajrangaji, ou Hanuman, o grande devoto do Senhor, Sri Rama. Srila Prabhupada disse ainda que até mesmo os aborígines e os canibais também podem ocupar-se no serviço devocional ao Senhor se estiverem sob orientação de um genuíno devoto do Senhor. Serviço devocional, estas duas palavras não paralelo. Quando nos ocupamos em servir o Senhor, principalmente quando servimos aos servos dos servos do Senhor, estamos mais perto dEle. Seja adorando a deidade, seja pregando, seja limpando a sala do templo ou mesmo lavando as panelas nas quais foram cozinhados os alimentos do Senhor e dos servos do Senhor, estamos praticando o mesmo serviço. Sinto saudades e falta da época em que eu lavava o banheiro dos visitantes no templo do Senhor, quando eu ia para cozinha lavar as panelas da casa de KRSNA. Aliás, lavar o banheiro dos visitantes era meu seva designado por Mãe Cintamani, esposa de Gaura-Vani Prabhu.

Srila Prabhupada diz que aquele que, sem duplicidade, canta, ouve ou lembra o santo nome do Senhor ou que ora ao Senhor ou Lhe oferece reverências, torna-se perfeito, ao passo que um erudito pode ser levado ao inferno se estiver desprovido de serviço devocional. No sexto canto SB, cap. 01, verso 15, Srila Prabhupada enfatiza que aquele que se apega ao serviço devocional, tem seus desejos de gozo material automaticamente aniquilados. Este processo de bhakti, serviço devocional a Krsna (vasudeva-parayana), liberta a pessoa das reações de todas as atividades.


Durante este Gaura-Purnima, provavelmente não estarei na associação dos devotos como gostaria. Por isso, aproveito esta oportunidade para lhes agradecer. Para um determinado grupo de vaisnava, escolhi um verso de agradecimento. Este será meu serviço devocional.

Para Giridhari Prabhu, que nos últimos anos tem sido meu siksa-guru e confidente, Advaita Candra Prabhu, Amala Kirtan Prabhu, Sri Nrsimha e Maharani Vrinda D.D. Prabhus (que estiveram em dois momentos mágicos de minha vida que foram minha 1ª , 2ª iniciação e casamento), Gunesvara Prabhu, que com suas traduções de aulas de Srila Prabhupada, levou às instruções de Srila Prabhupada aos nossos ouvidos. Gaurasundar Prabhu (PGS), que na minha 1ª iniciação, me falou palavras de incentivo, Lilananda e Avyakta Rupa Prabhus que nos dão maravilhosos momentos de aprendizados no Brazilian Forum e Krsna-Katha. Às vezes a chapa esquenta, mas sempre tiramos algum proveito sem sombra de dúvidas.

Bhagavatam, 2º canto cap. 3 verso 12

“O conhecimento transcendental relacionado com o Supremo Senhor Hari é conhecimento que produz a completa eliminação das ondas e redemoinhos dos modos materiais. Esse conhecimento traz auto-satisfação porque está livre do apego material, e sendo transcendental, é aprovado pelas autoridades. Quem poderia deixar de sentir-se atraído?”.

Para Rasananda Swami, Chandra Mukha Swami, Param Gati Swami, Purushatraya Swami, Visnujana Swami (que nunca sai do meu pensamento), Jesus Cristo, que trouxe alento para nossos corações desesperados, Sridhara Swami, que plantou uma semente nos corações dos devotos de Brasília, meu querido Guru Maharaja Dhanvantari Swami, por aceitar tão indigno discípulo. E claro, nosso amado Jagad-Guru A.C. Bhaktivedanta Swami Prabhupada, que como um servo obediente e, na tentativa de nos salvar, cruzou o oceano para levar a cabo a ordem de seu mestre e de Sri Caitanya, de pregar em todas às vilas e cidades.


Bhagavatam, 3º canto cap. 13 verso 04

“As pessoas que têm ocasião de ouvir da parte de um mestre espiritual com muito empenho e por longo tempo devem ouvir da boca de devotos puros sobre o caráter e as atividades dos devotos puros. Os devotos puros sempre pensam, dentro de seus corações, nos pés de lótus da Suprema Personalidade de Deus, que outorga liberação a Seus devotos.”.

Aqueles que por ventura não citei os nomes têm tanta importância quanto os citados. Para estes mestres e amigos, deixo este verso.

Bhagavatam, 3º canto cap. 15 verso 39

“O senhor é o reservatório de todo prazer. Sua presença auspiciosa destina-se à benção de todos, e Seu sorriso e olhar afetuosos tocam o âmago do coração. A bela cor do corpo do Senhor é anegrada, e Seu peito largo é o lugar de repouso da deusa da fortuna, que glorifica todo o mundo espiritual, o pináculo de todos os planetas celestiais. Assim, parecia que o Senhor estava pessoalmente espalhando a beleza e boa fortuna do mundo espiritual.”.


Bhakti: A melhor coisa do mundo. Srila Prabhupada tem razão. No Sexto canto do Bhagavatam, Cap. 01 verso 17, diz:

“O caminho trilhado pelos devotos puros, que são bem-comportados e plenamente dotados com as melhores qualificações, decerto é o mais auspicioso deste mundo material. Nesse caminho inexiste o medo e ele é autorizado pelos sastras.”.

No significado Srila Prbhupada diz: Ninguém deve ficar pensando que aquele que adota bhakti procede assim porque não pode executar as cerimônias ritualísticas recomendadas na seção karma-kanda dos Vedas ou porque não tem suficiente instrução para especular sobre temas espirituais. Em geral, os mayavadis alegam que o caminho de bhakti é para mulheres e iletrados. Esta acusação é infundada. O caminho de bhakti é seguido pelos sábios mais eruditos, tais como os Gosvamis, o Senhor Caitanya Mahaprabhu e Ramanujacarya. Eles são os verdadeiros seguidores do caminho de bhakti. Não importa se alguém é ou não é educado ou aristocrático, ele deve seguir-lhes os passos. Mahajano yena gatah as panthah: Deve-se seguir o caminho dos mahajanas. Mahajanas são auqeles que adotaram o caminho do serviço devocional (Sushilah sadhavo yatra narayana-parayanah), pois essas grandes personalidades são as pessoas perfeitas. Por isso, eu Te agradeço Krsna, por essa possibilidade de congregar e me associar com tão nobres e especiais almas liberadas. Sim, um devoto é sempre muito especial.

Para todos os devotos e devotas que me auxiliaram direta ou indiretamente, meu muitíssimo obrigado.

Gaura-Purnima Ki jaya!
Sri Krsna Caitanya Mahaprabhu Ki jaya!
Jaya nitya-lila-pravista Om Visnupada Paramahamsa Parivrajakacarya Astottara-sata Sri Srimad A.C. Bhaktivedanta Swami Maharaja Prabhupada Ki Jaya!
Seu servo,
Suvasa Dasa

terça-feira, 11 de março de 2008

Ouvindo da Fonte Perfeita

Se recebemos informação espiritual da fonte perfeita, Krsna, e se repetimos esta mesma informação, então o que falamos também pode ser aceito como perfeito e autorizado. Este processo de parampara, ou sucessão discipular, consiste em ouvir de Krsna ou das autoridades que aceitam Krsna, e repetir exatamente o que elas disseram. No Gita (4.2), Krsna recomenda este processo para adquirir conhecimento: "Esta ciência suprema foi assim recebida através da corrente de sucessão discipular e os reis santos compreenderam-na desta maneira". Em outras épocas, o conhecimento era transmitido por grandes reis santos que eram as autoridades no assunto. Nas eras passadas, contudo, estes reis eram rsis - grandes eruditos e devotos - e como não eram homens comuns, o governo que dirigiam funcionava perfeitamente. Na civilização védica existem muitos exemplos de reis que alcançaram a perfeição como devotos de Deus. Por exemplo, Dhruva Maharaja foi para a floresta em busca de Deus, e, meditante a execução de austeridades e penitências severas, dentro de seis meses encontrou Deus.


Srila Prabhupada
Publicado por Rasananda Swami

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

A filosofia mayavada de Schopenhauer e a Filosofia Vedanta




Todas as glórias a Sri Sri Guru e gauranga!
Todas as glórias a Srila Prabhupada!
Todas as glórias aos devotos e devotas reunidos!

A filosofia mayavada de Schopenhauer e a Filosofia Vedanta
chandramukha swami e suvasa dasa

O filósofo Arthur Schopenhauer, ficou famoso por sua filosofia pessimista. Não é por menos, o filósofo compara o mundo como uma representação a uma ilusão, como o véu de Maya na nossa filosofia Vedanta. Na obra “O mundo como vontade e representação”, encontramos duas proposições-chave de sua filosofia, enunciadas por ele como verdades incontestáveis, mesmo que num primeiro momento elas possam causar repulsa e fazer os homens tremerem, afirma Raquel Moreira, Bacharel em filosofia pela USP. Schopenhauer pauta sua filosofia em “o mundo é a minha representação e o mundo é a minha vontade”.

Tendo como ponto de partida a filosofia kantiana, Schopenhauer é bem direto e diz que não podemos afirmar que conhecemos de fato isso e aquilo, estes e aqueles determinados objetos, mas sim que conhecemos o que percebemos deles – sendo que o que percebemos deles não são os objetos tais como são em si em sua essência. “O que conhecemos de tudo aa nossa volta é apenas a nossa representação, termo de Schopenhauer que reelabora o fenômeno de que Kant fala.“Tudo o que conhecemos do mundo, tudo o que dele percebemos é nossa representação. Arthur Schopenhauer abre sua principal obra enunciando: “o mundo é a minha representação.”.

De certa forma, Schopenhauer tem razão, este mundo é “dukhalayam asasvatham”, miserável e temporário. Sabemos que este mundo é uma representação pervertida do mundo espiritual.

Na filosofia de Schopenhauer, o sujeito não é insignificante ele é apresentado como sendo o sustentáculo do mundo. Segundo ele, se todos desaparecessem, e apenas você existisse, a representação do mundo dependeria de sua existência. E se você desaparecesse, este mundo também sumiria. Isso literalmente. Se fôssemos todos conscientes de KRSNA, servos fiéis e nem um pouco invejosos, não haveria necessidade deste mundo material.

Srila Prabhupada diz na Bhagavad-Gita cap. 07, que o conhecimento completo e científico é KRSNA. E tudo se revela à pessoa em consciência de Krsna. Parece-me que Schopenhauer teve contato com o vedantismo. Porém, ele não conseguiu captar a essência. Sua filosofia é totalmente mayavada. Não há Deus. Quando ele fala da coisa-em-si e da vontade, ele nos deixa perceber que o homem é capaz de tudo e é independente. Na BG cap. 5:14 diz: “O espírito corporificado, mestre da cidade de seu corpo, não cria atividades, não induz as pessoas a agirem nem cria os frutos da ação. Tudo isto se desenvolve pelos modos da natureza material.”. Srila Prabhupada diz: Em completa consciência de KRSNA a pessoa sabe que KRSNA é o conhecimento último além de quaisquer dúvidas.

Os primeiros seis capítulos da Bhagavad-Gita descrevem a entidade viva como uma alma espiritual não-material que é capaz de se elevar à auto-realização através de diferentes tipos de yogas. É afirmado no fim do sexto capítulo, que a concentração firme da mente em KRSNA, ou seja, a consciência de KRSNA, é a forma mais elevada de todas as yogas. Portanto, “a coisa-em-si e a vontade” pregadas por Schopenhauer, são as leis que regem este universo, são em última instância, KRSNA, a Suprema Personalidade de Deus. Alguém poderia conjecturar que não podemos provar cientificamente que KRSNA é Deus. Todavia, Anselmo em seu “argumento ontológico”, diz que se há alguém superior, este alguém é Deus. Até hoje, ninguém provou o contrário.

KRSNA diz na BG: Aquele cuja mente está fixa em Minha forma pessoal, sempre ocupado em Me adorar com grande fé transcendental, Eu considero o mais perfeito. No significado, Srila Prabhupada afirma que para uma pessoa em consciência de KRSNA não há atividades materiais porque tudo é feito por KRSNA.

E o sofrimento? ParaSchopenhauer tudo é sofrimento. Schopenhauer não estava livre do sofrimento. Sua filosofia não foi capaz de salvá-lo das misérias do mundo material. Ele não nos apresenta nenhuma fórmula para cessarmos nosso sofrimento. No oitavo capítulo da Bhagavad Gitase afirma que quem quer que pense em KRSNA no momento da morte transfere-se de imediato ao céu espiritual, a morada de KRSNA.

A filosofia pessimista de Schopenhauer vendo por outro ângulo, nos faz buscar outros conhecimentos e nessa busca, podemos até chegar à filosofia vedanta. Por ser uma filosofia complexa, daria para escrever um livro falando sobre alguns pontos. Porém, nosso objetivo é o homem como o centro de tudo.

Para Schopenhauer, o conhecimento do corpo como representação e como vontade não é uma verdade lógica, nem empírica, nem metafísica: é a verdade filosófica por excelência.

No cap. 4:38 da BG, temos a seguinte informação: Neste mundo, não há nada tão sublime e puro como o conhecimento transcendental. Este conhecimento é o fruto maduro de todo o misticismo. E aquele que o alcançou, desfruta do eu que está dentro de si mesmo no devido curso do tempo. No significado Srila Prabhupada diz que quando a pessoa está situada em conhecimento transcendental, ela não necessita procurar pela paz em nenhuma outra parte, pois ela desfruta da paz dentro de si mesma. Conhecimento transcendental é exatamente o que falta na filosofia de Arthur Schopenhauer, já que sua filosofia está pautada no homem como centro.

Seu servo humilde,
Suvasa Dasa

visite http://premabhakti.blogspot.com/
BG Cap. 5:18 Vidya-vinaya Sampane, Brahmane Gavi Hastini, Shuni Caiva Shvapake ca, Panditah sama-Darshinah